Sylvia Cohin
Em sua tela há tantas crianças
São embrião das aventuranças
Soltas ao léu, são tempo que passou
Quimeras que a brisa esfuma
Fragmentos, alegres e tristonhos
Dessa vida gestante de sonhos
De devaneios perdidos na bruma...
Silêncio...
É hora de ajuntar pedaços,
Trazer de novo ao coração vazio
A criancinha que a estender os braços
Espera um colo por anos a fio
Silêncio!
Ouça-se o grito dessas crianças
Deixem-nas VIR A SER
Sob o olhar de tênues Esperanças
Nossas crianças pedem pra Viver!
SYLVIA COHIN






